BULLYING ESTA EM TODO LUGAR

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Assediados: ASSÉDIO MORAL NO TRABALHO

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domingo, 1 de julho de 2012

A disciplina psicologia no curso de licenciatura serve para reflexão destas situações.

 Aluno com problema de aprendizagem, deve ter apoio de um grupo na escola. Não basta deixar para o professor sozinho resolver.

SP: professora que sugeriu 'cintada' e 'varada' em aluno é afastada
27 de junho de 2012 09h52 atualizado às 10h1


Quer conversar com o seu filho? Se a conversa não resolver acho que umas cintadas vai resolver, diz  o recado aos pais. Foto: Reprodução "Quer conversar com o seu filho? Se a conversa não resolver acho que umas cintadas vai resolver", diz o recado aos pais
Foto: Reprodução

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Rose Mary de Souza
Direto de Campinas
A Secretaria de Educação da Prefeitura de Sumaré, interior de São Paulo, anunciou no final do dia de terça-feira (26) o afastamento das funções por até 90 dias da professora que enviou um bilhete aos pais de um aluno de 12 anos sugerindo que eles aplicassem 'cintadas' e 'varadas' para educar o filho. A Prefeitura informou também que abriu uma sindicância para apurar o caso. O bilhete foi escrito em 12 de junho em papel com timbre da Escola Municipal José de Anchieta e encaminhado para os pais pelo próprio garoto. O aluno está matriculado na 5ª série e a professora leciona Português.
Veja casos de indisciplina nas escolas que causaram polêmica
Os pais dizem que reclamaram junto à direção da escola, mas como não tiveram nenhuma resposta até que o caso fosse divulgado pela imprensa. O bilhete diz: "Quer conversar com o seu filho? Se a conversa não resolver acho que umas cintadas vai resolver. Esqueça tudo o que esses psicólogos fajutos dizem e parta para as varadas".
Segundo a direção da escola, o bilhete não passou pela orientadora educacional e que, portanto, desconhecia a sua existência. A direção informou que não teria competência para aplicar qualquer sanção administrativa contra a educadora como também não poderia comentar sobre a questão o que competiria somente a Secretaria de Educação. A professora não compareceu a escola e seus colegas não repassaram seu endereço ou telefone para contato.
"É um absurdo achar que um bilhete desse foi escrito por uma professora", disse o pai do aluno, o comerciante André Luiz Ferreira Lima. De acordo com ele, o seu filho tem enfrentado problemas de aprendizado já que apresenta déficit de atenção. Há mais de um ano a família procurou a ajuda de psicólogo e psiquiatra para sanar o problema.
Para o pai, a divulgação dentro de sala de aula do fato que o menino estava passando por esse tratamento médico provocou um tipo de 'gozação' partindo da própria professora. "Ele (o menino) até queria ser transferido de escola, mas sabemos que essa é uma das melhores da cidade", comentou o pai. "Mas uma profissional escrever para a gente esquecer os psicólogos e partir para a agressão nos deixou indignados". Ele disse que vai aguardar a apuração dos fatos e espera que o filho deixe de ser humilhado.

Seja uma águia na educação de seus filhos.



domingo, 13 de maio de 2012

O povo da Floresta merece atenção.

Programas Indígenas http://www.eln.gov.br/opencms/opencms/pilares/meioAmbiente/programasIndigenas/indice.html


PROGRAMAS INDÍGENASA Eletronorte financia integralmente os Programas Indígenas Waimiri Atroari, no Amazonas, e Parakanã, no Pará, e desenvolve ações de proteção ambiental na Terra Indígena São Marcos, em Roraima

A Eletrobras Eletronorte é responsável pelo desenvolvimento de dois programas indígenas: o Waimiri Atroari e o Parakanã, implantados na década de 1980 a partir da construção das Usinas Hidrelétricas Balbina, no Amazonas, e Tucuruí, no Pará, respectivamente.

Considerados referência no Brasil e no mundo, os Programas têm o objetivo de minimizar os impactos provocados pelas usinas nas terras desses povos indígenas. Para isso, envolvem ações de educação, saúde, apoio à produção e proteção ambiental, de modo a resgatar seus direitos, tradições e dignidade.



A ELETROBRAS ELETRONORTE NO TRATAMENTO DAS QUESTÕES INDÍGENAS

Seguindo o princípio de preservação e melhoria da qualidade de vida das populações indígenas afetadas por seus empreendimentos, a Eletrobras Eletronorte financia integralmente os Programas Indígenas Waimiri Atroari, no Amazonas, e Parakanã, no Pará, e desenvolve ações de proteção ambiental na Terra Indígena São Marcos, em Roraima.
Os Programas Waimiri Atroari e Parakanã surgiram da necessidade de minimizar e compensar os impactos provocados pelas obras das Usinas Hidrelétricas de Balbina e Tucuruí, respectivamente, na vida dessas comunidades. Estes programas têm como princípio básico o resgate cultural daqueles povos e a melhoria das condições de vida e de relacionamento das comunidades indígenas com a sociedade brasileira.
Das atividades desenvolvidas podemos citar as ações voltadas para a manutenção da saúde das populações indígenas, de implementação de processos educacionais, voltados para suas realidades e as atividades de apoio à produção, preservação ambiental e defesa do uso de suas terras.Os Termos de Compromisso desses Programas foram assinados no ano de 1987 entre a Eletrobras Eletronorte e Funai, com prazos de duração de 25 anos para ambos os Programas.Esses Programas, graças aos excelentes resultados obtidos até o momento, tornaram-se referência no trato da questão indígena no Brasil.
Nas terras indígenas Guajajara, Krikaty e Gavião, a Eletrobras Eletronorte, como compensação e mitigação pela implantação de sistemas de transmissão, repassou recursos financeiros para aquelas comunidades, destinados a sua auto-sustentabilidade econômica e construção de infra-estrutura voltada para saúde, educação e apoio à produção. Estas compensações deram início a um novo relacionamento institucional do setor elétrico com as comunidades indígenas, proporcionando o resgate e reconhecimento daquelas etnias como povos indígenas participantes da vida nacional.
Índios Waimiri Atroari 

Criado em 1988, o Programa Parakanã busca o equilíbrio das relações econômicas e culturais entre a comunidade indígena e a sociedade, garantindo o usufruto exclusivo pelos índios Parakanã das terras demarcadas. O Programa está estruturado em quatro linhas: educação, saúde, apoio à produção agrícola e proteção dos recursos naturais.

® Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A - Eletronorte - SCN Quadra 06 Conj. A, Blocos B e C, Entrada Norte 2, Asa Norte - Cep 70.716-901 - Brasília/DF - tel. (61)3429-5151

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É o planeta recebendo ações sustentáveis. Bulling não.

Meio Ambiente http://www.eln.gov.br/opencms/opencms/pilares/meioAmbiente/


Preservando a Biodiversidade Amazônica e a Cultura BrasileiraEm todos os projetos da Eletronorte são realizados estudos ambientais com finalidade de desenvolver e conservar a natureza
A geração de energia elétrica e a Amazônia são temas que sempre estão presentes nas discussões nacionais e internacionais sobre meio ambiente e desenvolvimento sustentável, por conta do grande potencial de geração hidráulica da Região Norte do Brasil.

A Eletrobras Eletronorte é grande conhecedora da Floresta Amazônica. Em todos os seus projetos são realizados estudos ambientais, em parceria com as mais capacitadas instituições técnicas e científicas, a fim de aliar desenvolvimento e conservação da natureza, com foco na qualidade de vida dos seres humanos.

Com o objetivo de proteger, conservar e manejar a fauna, a flora, as águas e as tradições amazônicas, a Eletrobras Eletronorte criou uma ampla organização interna, responsável pelos estudos ambientais, centros de proteção ambiental nas maiores usinas e equipes técnicas com profissionais especializados nas mais diversas áreas do conhecimento ambiental.

GERENCIAMENTO AMBIENTAL
O gerenciamento ambiental da Usina Hidrelétrica Tucuruí está orientado por um Plano de Ações Ambientais. Trata-se de uma ferramenta de gestão utilizada pela Eletrobras Eletronorte para ordenar as ações, demandas e compromissos da Empresa quanto às questões ambientais.

Programa de Pesca e Ictiofauna
Busca alcançar o desenvolvimento sustentável da pesca e melhoria da qualidade de vida das comunidades de pescadores no reservatório e no Rio Tocantins, a jusante da Usina. Em Tucuruí, mais de dez mil pescadores produzem seis mil toneladas de pescados por ano. O Programa envolve conservação das espécies de peixes e de seus habitats, gerenciamento do estoque pesqueiro, capacitação profissional para 3.500 pescadores e distribuição de alevinos de espécies regionais para projetos de criação de peixes em tanques-rede.
Programa de Limnologia e Qualidade da Água
Iniciado em 1985, logo após o enchimento do reservatório, o Programa monitora os ecossistemas aquáticos e a qualidade da água do lago de Tucuruí e do Rio Tocantins, a jusante da barragem. O monitoramento contínuo de indicadores aponta para uma melhoria da qualidade da água tendendo ao equilíbrio.

O monitoramento contínuo de indicadores aponta para uma melhoria da qualidade da água tendendo ao equilíbrio

Programa de Mitigação dos Efeitos do Deplecionamento do Reservatório
Durante a estação da seca há redução do volume de água no reservatório de Tucuruí, processo conhecido como deplecionamento. Nesse período são realizadas ações que se concentram basicamente na abertura de canais de rios e igarapés obstruídos por plantas aquáticas. Peixes e outros organismos aquáticos aprisionados são transportados para o lago, e as atividades de fiscalização ambiental são intensificadas.

Programa de Recuperação de Áreas Degradadas
Esse Programa prevê a recuperação de cerca de 340 hectares de áreas de empréstimo mineral que foram utilizadas pelas obras de implantação da barragem. Até o momento 90% da área encontra-se em processo de recuperação ativa, com cerca de cem espécies de plantas, entre arbóreas, arbustivas e herbáceas, produzidas nos viveiros da Empresa e plantadas com técnicas inovadoras como o uso de almofadas de compostagem, manejo de lixo orgânico proveniente da vila residencial da Usina e estímulo à ocupação pela fauna silvestre.

Programa de Germoplasma Florestal
Antes do enchimento do reservatório, a Eletrobras Eletronorte montou um banco genético com 82 espécies florestais coletadas. Posteriormente, ele foi ampliado para áreas de floresta nativa, onde foram identificadas cerca de 400 espécies de árvores que hoje servem para a produção de sementes e mudas de alta qualidade, utilizadas em programas de reflorestamento. O Programa também é uma alternativa de geração de renda para a comunidade indígena Parakanã, que já está comercializando sementes de espécies de importância comercial, como mogno, tatajuba e castanha-do-pará.

Aqui se trabalha com o DNA da Amazônia

Programa Relativo à Fauna
Com a implantação da Usina e a ocupação humana em seu entorno, tornou-se necessário conhecer a fauna local afetada e as medidas de conservação a serem tomadas para manter a biodiversidade regional. Por meio de um convênio com o Museu Paraense Emílio Goeldi, cerca de 20 pesquisadores estão conduzindo pesquisas na região, enfocando a fauna de mamíferos, aves, répteis e anfíbios.
MeioAmbiente7
Programa de Vigilância Entomológica
Tem por objetivo monitorar as populações de mosquitos que se proliferam na região e apontar ações de controle dessas espécies. Atualmente, a densidade média observada é compatível com os padrões amazônicos.

Programa de Educação Ambiental
Abrangendo os municípios de Tucuruí, Breu Branco, Novo Repartimento, Nova Ipixuna, Itupiranga, Jacundá e Goianésia do Pará, o programa é centrado em capacitações destinadas à formação e fortalecimento de líderes comunitários com ênfase no exercício das práticas de cidadania ambiental para atuarem em espaços públicos.

Programas Indígenas Waimiri Atroari e Parakanã
Implantados na década de 1980, a partir da construção das Usinas Hidrelétricas Balbina, no Amazonas e Tucuruí, no Pará, os programas buscam o equilíbrio das relações econômicas e culturais entre a comunidade indígena e a sociedade, garantindo o usufruto exclusivo pelos índios das terras demarcadas. Os programas estão estruturados em quatro linhas: educação, saúde, apoio à produção agrícola e proteção dos recursos naturais,

Programas Indígenas

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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Palestina - Conselho de segurança da ONU se reuniu para que esta se torne o 194º do mundo .

Caros amigos,

Hoje o Conselho de Segurança da ONU se reuniu para discutir o apelo da Palestina para se tornar o 194º país do mundo. No entanto, governantes de países de destaque ainda estão em cima do muro. Somente um esforço gigantesco da opinião pública pode mudar a situação.

A Avaaz fez um pequeno, mas emocionante vídeo mostrando que essa proposta legítima é de fato a melhor oportunidade para acabar com o beco sem saída das infinitas negociações mal-sucedidas e abrir um novo caminho para a paz.

Clique para assistir o vídeo, assine a petição e, em seguida, encaminhe para todos:


Enquanto a violência se espalha novamente e as tensões sobem no Oriente Médio, uma nova proposta de independência da Palestina ganha fôlego em todo o planeta. Se conseguirmos a aprovação dessa proposta na ONU, ela poderá significar um novo caminho para a paz.

Porém, os chefes de governo de países de destaque ainda estão em cima do muro e para convencê-los a apoiar a independência da Palestina precisamos reforçar a pressão da opinião pública. Muita gente acha que não entende a situação suficientemente bem para se mobilizar. Para ajudar, a Avaaz fez um novo vídeo de curta duração contando a verdade sobre o conflito. Se uma quantidade suficiente de pessoas assistir ao vídeo, assinar a petição e a encaminhar a todos os seus contatos, nossas lideranças serão forçadas a nos ouvir.

Quase 10 milhões de membros da Avaaz estão recebendo este e-mail. Vamos mudar o teor da conversa sobre o Oriente Médio e criar um maremoto de apoio à independência da Palestina. Clique no link abaixo para assistir ao vídeo, assine a petição e, em seguida, encaminhe este e-mail a todos os seus contatos:

http://www.avaaz.org/po/middle_east_peace_now/?vl

Enquanto a maioria dos palestinos e israelenses querem uma solução para o conflito baseada em dois Estados, o governo extremista de Israel continua aprovando a construção de assentamentos em áreas contestadas, alimentando ódio e massacres. Apesar dos esforços, décadas de negociações para a paz lideradas pelos EUA fracassaram na tentativa de refrear os inimigos da paz e chegar a um acordo.

Hoje, essa proposta de independência poderia ser a melhor oportunidade em vários anos para sair do impasse, evitar outra espiral da violência e equilibrar o campo de ação entre as duas partes em favor das negociações.

No mês passado, os palestinos apresentaram sua proposta ao Conselho de Segurança. Mais de 120 países a apoiam, mas os Estados Unidos não só a rejeitam como estão enviando um claro sinal a seus aliados europeus de que qualquer apoio à proposta legítima dos palestinos dificultaria as relações bilaterais. Cabe a nós dizer às lideranças de países europeus de destaque que a opinião pública apoia esse avanço não-diplomático e não-violento e que a opinião dos cidadãos é que deveria influenciar as decisões estratégicas, e não as preferências do governo americano.

Nossa campanha está explodindo em todo o mundo -- mais de 830.000 membros se juntaram ao apelo nos primeiros dias! Ela foi mencionada na primeira página de grandes veículos de notícia, citada no Conselho de Segurança da ONU e tuitada pelo próprio presidente da Palestina! Agora vamos fazer com que ela ressoe nos ouvidos das lideranças de países europeus de destaque, cujo apoio é crucial. Clique no link abaixo para assistir ao vídeo, assine a petição e, em seguida, encaminhe este e-mail a todos os seus contatos – nossa meta é conseguir 1 milhão de assinaturas:

http://www.avaaz.org/po/middle_east_peace_now/?vl

Há muita falta de informação sobre o conflito entre Israel e Palestina e muita gente não se sente segura para se engajar. Mas este pequeno vídeo explica claramente os detalhes e pode nos munir de informações para uma mobilização. Por sermos uma sólida rede global reforçada por quase 10 milhões de membros em todos os países do mundo, temos a oportunidade de provocar uma votação capaz de reverter décadas de violência.

Com esperança,

Alice, Pascal, Emma, Ricken, David, Rewan e a equipe da Avaaz

MAIS INFORMAÇÕES:

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

RESPOSTA para o vereador que diz que os professores são inuteis.


Caro grupo, hoje a tarde, no site www.terra.com.br , me deparei com a triste reportagem: 

Recebemos de nossa amiga este material, temos a seguinte colocação:


Respeitamos!! mais lamentamos que exista pessoas que tem leituras equivocada de problemas educacionais. Por isso que muitos se aproveitam desta cegueira social, tiram proveito em benefícios próprio das verbas educacionais. Pois sabem que o professor é aquele que sera apontado como o causador das mazelas da educação.Não podemos ser redentores somos formadores de sujeitos com leituras criticas, de seu contexto social.(continua no final da noticia leia abaixo).


Professores são inúteis e não gostam de dar aula, diz vereador



Um vereador de Jacareí (SP) causou polêmica na cidade ao escrever uma mensagem no Facebook criticando os professores. Dario Bueno (DEM), conhecido por Dario Burro, afirmou que os professores são inúteis e que não gostam de dar aula. Em entrevista ao Terra nesta quarta-feira, o parlamentar confirmou as críticas e disse que "o fracasso da educação está na falta de vontade dos professores".
As declarações causaram indignação entre os educadores da cidade. Segundo o diretor estadual do sindicato dos professores, Roberto Mendes, a categoria está revoltada com a posição do parlamentar, que, ao invés de trabalhar para recuperar a educação, faz o contrário. "Ele nega a importância da escola, diz que ela não cumpre o seu papel", afirma. O sindicato deve entrar com uma representação na comissão de ética da Câmara de Vereadores e com uma ação por injúria.
Dario não teme um processo e afirma que a atitude do sindicato é "repressora". "Você não pode expressar sua opinião? Eles não aceitam o que eu digo porque eu coloquei o dedo na ferida", afirma. De acordo com o vereador, a culpa pelo elevado número de analfabetos que ainda existe no País é dos educadores. "Eles deveriam parar de reclamar e trabalhar. Falam do salário, criticam os governantes, dizem que o problema são as famílias desestruturadas, mas na verdade usam isso como motivo para não dar aula".
O político, que não chegou a concluir a graduação em Letras, trabalhou quatro anos como professor na rede municipal, estadual e particular da cidade, mas afirma que abandonou a profissão após assumir o cargo na Câmara Municipal. "Larguei para poder me dedicar à atividade parlamentar". Segundo ele, por comodismo, os professores não aceitam um programa pedagógico mais dinâmico e tentam prejudicar o esforço daqueles que são dedicados. "Isso aconteceu comigo", comenta.
Ele cita o esforço de Paulo Freire para promover a alfabetização como um exemplo positivo e questiona os educadores por não demonstrarem o mesmo esforço. "Cada município destina 25% do seu orçamento para a educação, mas como que com tanto dinheiro têm estudantes que chegam na 7ª série sem saber escrever?". Ele afirma que, em Jacareí são liberados R$ 75 milhões anuais para promover a educação. "É muito dinheiro, era para termos todo mundo alfabetizado", conclui.
O diretor do sindicato disse que os professores concordam que a educação está em crise, mas que a escola vive isso por causa da falta de estrutura, de condições de trabalho, pelos baixos salários. "Esse mesmo vereador que critica os professores ajudou a aprovar um reajuste que dobrou seu salário, de R$ 5 mil para quase R$ 10 mil. Ele não percebe a discrepância com um educador que, quando consegue receber o piso nacional, ganha R$ 1.100", diz Roberto Mendes.
  
obrigada   amiga Cathy Andrade


Olhos com bandanas

 Tirando as VENDAS .....Analisando

Lamentamos que o Senhor Parlamentar não tenha concluído seu curso na academia, e o pouco que pode desfrutar, percebesse pela suas analises educacionais que as teorias que lhe foram passadas, não conseguiu FilTRAR essência de mensagens como de Paulo freire, pois um de seus questionamentos ele traz é a PEDAGOGIA DO OPRIMIDO,,,,,,,   .



 Como culpar professores sem antes analisar uma globalização (O Q MUDOU NO MUNDO)enquanto nas salas de injustiças JULGAM o professor, este  tem em sua sala aula as mesma carteira ( do seu , e do nosso tempo vereador, ), o mesmo quadro, o mesmo giz a diferença está no numero de pessoas na sala, tem professores de séries iniciais que tem 55 alunos (aluno em fase de proletramento de 8 a 14 anos misturados) , para encher a barriga de alguns com a verba de PDE, que no momento de comprar recursos didáticos para a escola , pois é para isso que o MEC (Governo federal envia) esta ação as vzs p/ acontecer sai uma guerra, com o conselho escolar, ele(conselho) recebe represálias, por parte daqueles que queria barganhar a verba , e o castigo vem no inicio do ano letivo.

Enfim quem perde é o professor e os alunos, com verbas mal direcionada, sala superlotadas.
Alias quem perde mais é o educador, porque o seu aluno ,  com 1,00 real vai na lan house, fica 30  minutos e sai mais feliz do que as 4 hs sentado em frente a um quadro, carteira e papel. 

O mundo moderno com seu modelo de consumo, oferece mecanismo que encantam muito mais o aluno do que esta sala de aula morna, com lápis, caneta, papel e caderno sem recursos. Na escola existe uma televisão que as vezes o educador não consegue nem agendar para dar uma aula melhor.

Pois é sr, Parlamentar  os tempos mudaram (globalização era da informática, do conhecimento) e a nossa educação esta ATRASADA  20  ANOS, vai ver o culpado é o professor, do atraso para fazerem SENHORES POLITICOS !!! a LDB    entrar em voga, como os concursos e a exigências para que o educador tenha conhecimentos academicos  para ESTAR EM SALA de aula.


Senhor sabe quantos anos   de OPERACIONALIZAÇÂO tem a PLATAFORMA PAULO FREIRE???????  
Qual o objetivo do PAFOR?????

Não é o professor sozinho que vai resolver tudo na escola , é necessario EQUIPES  TÉCNICAS ajudando com projetos, afinal a diversidade existentes na escola, faz com que surjam muitos problemas como bulling, homofobia, descriminação racial, a exclusão como todo , é isso não é somente o professor para resolver.

. Como fazer meu aluno ficar interessado , se ele não pode nem sequer interagir nas propostas  Vigostiana , Piagentiana etc. são nortes passados na academia para o educador utilizar na sala de aula (teoria e práticas caminhando juntas)  porque uma sala cheia o barulho  é insurdecedor,  ( pois 55 alunos fica assim) mais uma vez a culpa é do educador desta sala de aula cheia , foi ele quem matriculou .
Não é mesmo ?

HOJE senhor vereador , as técnicas de educação  ditam que o aluno deve  SOCIALIZAR, saberes ninguem é TABULA RASA.

PERGUNTAMOS  Como deixar a criança fazer isso   com 55  crianças ?????

É mais a  CULPA  como o senhor diz é do ´professor. Para que ele quer garganta: Resposta  PARA GRITAR COm ALUNOS TODOS OS DIAS. Afinal ele so vai trabalhar 2011 e a saúde dele é de ferro. Ficamos triste com pessoas que tem sua analise equivocada de problemas educacionais.

Esta exploração do trabalhador ninguem enxerga, como corrigir trabalhos e dar atenção a 55 alunos???????

Termina as 4 hs ele não deu conta, o resultado vai para o SOCIAL.

Entendemos que muitos trazem valores ULTRAPASSADOS educacionais, para um momento em que exige-se sujeitos com habilidades para ter uma vida de qualidade. 

Realmente é normal todos colocarem nas costas do educador as MAZELAS da educação( sistema, gestores, pais, a sociedade como o todo) mas o educador é o final do processo, e as VERBAS DA EDUCAÇÃO , não é   ele quem direciona, os que aplicam mal , não são apontados, mais tudo vai influerciar sim , para termos uma educação SEM QUALIDADE.

  Acabamos de receber uma escola que foi feita com nossos impostos e nao tem ACESSIBILIDADE.  A palavrinha magica esta na lei, de Salamanca de inclusão. quem poderá responder isso ???

Pergunto quem é o culpado ????  o professor !!! pois temos alunos com paralisia que a mãe quebra a coluna dela toda para subir seu filho. Isso é problema educacional senhor vereador  ou não é ???

Deixamos uma sugestão, com todo respeito ,faça uma leitura mais comprometida com a reflexão critica no que diz respeito a educação deste país.

Existe  EDUCADORES RELAPSOS, assim como term os comprometidos , mais  tem muita coisa no processo que contribui para que ela fique com a péssima qualidade.

 A mudança é lenta, ainda tem muitos com leituras alienadas na escola, que atrapalham como as verbas. Os educadores que tem saberes academicos, adentram esta escolas neste momento, com as exigencias da LDB, que diz desde 1988  isso  somente agora os concursos acontecem, para que esta educação va  melhorando. Tenha calma, não atire pedras sem reflexão.

Paciência é o que todos devem ter, a mudança é lenta,  e  mudar VALORES EM ADULTOS é díficil e complicado e os   (coordenadores, gestores, professores , secretarias, secretários de educação etc.) muitos resistem por não entenderem que vivemos a era do CONHECIMENTO , alguns acreditam que entraram em uma academia  (ficaram naqueles trabalhos pedido para colocarem o  seu nome em equipes) saem de la achando  ja tem saberes para questionar e falar sobre tudo,e não necessitam entender teorias novas. devemos ter ética e senso crítico, o momento exige isso.

ASSIM FICARA MUITO DIFICIL. por favor não coloque a culpa somente no educador, investigue , pesquise amplie sua leitura de mundo, depois vá a uma revista fazer este tipo de comentários.


Anna Terra.